sexta-feira, 18 de agosto de 2023

 21 julho 6h30

reforço, no zé, o sucesso da ideia de um fotojornalismo pegando a foto do copo de café no carrinho (de novo o copo de café...)
+ ao reler a nota também reforço a ideia de um texto embelzado, sem falhas rasuras, de onde se possa cortar um desprazer estético ::

tudo isso melhora minha sensação de estar agindo vivo aguça a motricidade espanta o sexo em dívida ::

ao final se reforça a intenção de ter poesia, uma nota pode ser até renovação de linguagem artística exercício



19 julho
campo assai pode virar projeto de fotojornalismo (foto copos café), uma busca por fotos inusitadas, no caso dos copos de café, umA espécie de microjornalismo, pois seria um fato destaque, chamativo, no seio das fotos possíveis no contexto da visita minha e do caio ao local ::

 




02 agosto
amorosamente escrevo, e é por amor que escrevo, o amor romântico elevado, sublime :: então, as notas de campo são sobre sensações ultra românticas, me recolocam como o super romântico do bairro, sem elas ficaria meu semblante o de um tempo ruim, o de um tempo acossado pelo desejo cruel que muito me incomoda :: no pratiko, no zé, no assai, invento joguinhos que me fazem mais amoroso e casado com a comunidade, digamos assim :: 6h43


20 julho 2023, quinta

o que é mais um dia, no seio de um grande número de dias fazendo compras no mercado à primeira hora da manhã? ::
(sem o "elemento caio" na química desse processo...)

respostas melhores a questões como essa, advindas de rápido insight podem vir ao decorrer da investigação, kkk, não imediatamente ::

20 julho 2023
formalmente começando esse "diário de campo" em torno da questão "compras", fazendo uma antropologia negativa, no sentido de pouco afirmativa, sem buscas concretas, sempre atrás do irrealizável ::

mote maior: nem sei... :: kkkkkkkkkkk :: a onda nesse exato momento, reviver a emoção da ideia de um diário de campo, memória pura, brincadeira, sexo astral, com quem é distante, com algo que me tira daqui e me leva pra longe, lembrança do tempo do doutorado, minhas primeiras anotações em portugal, ou o campo que fiz na redação de zero hora, cuja lembrança maior é a do insight de persistir no uso da capa do observador para ter como resultado o "olho que vê coisas antes imperceptíveis ::

(antes de qualquer coisa, esse diário parece ser um campo de preenchimento de vazios impostos pela rotina do trabalho no restaurante)

memória do doutorado: o meu "sucesso" maior como observador do que como leitor da teoria, a minúcia dos apontamentos, as 300 páginas do capítulo empírico (...) ::

agora, o sentimento de que eu sou membro da academia, o velho sonho de pertencimento, tão irrefreável, talvez como os autos dramáticos da população negra do bRasil que inverte a posição social, tornando por momentos o escravo em rei, pura fantasia, puro enfrentamento artístico da dura realidade ::

++ eu sou atisticamente severo demais, buscador em excesso dos benefícios abrasadores da arte, para ser consumido pelo cotidiano :: uns diriam louco demais...



quinta-feira, 17 de agosto de 2023


receber o longe, de manhã cedo, 6h20, na morada do benfazejo, meu mercado, casa das trocas e do movimento, para onde cada um leva o que deixar de seu, a ser resgatado, recuperado, tirado do abandono ::

por que não dar, ofertar, oferecer? :: sei que sou bueno, bom, amigo, maravilhoso, meus agrados, o que tenho, meu apetite ao inverso, eu me doar é não perder um segundo de tempo, andar em frente, avançar na fila do açougue, andar juntinho, doar um sorriso fresco, que conquistei lendo apenas um meme, uma notícia de entretenimento qualquer, doar meu respeito, minh







 

segunda-feira, 14 de agosto de 2023

muita calma gera formas novas :: veio infinito que promete densas expansões ::

((sobre fazer o percurso do xiré, como agora, quando opto pelo campo do mercado, sem insistir num processo anterior já desgastado

  □■ ● nadando em meu lar amniotico visualizo um construto : brincante personage○●m, tipo chapeleiro maluco a fazer compeas no me•°rcado, r...